Afinal eu tenho razão.

Ainda a “novela” Mário Crespo, por ser o jornal que é não me apontou a curiosidade para ler, no entanto fui chamado à atenção para o facto através do Câmara Corporativa,  fiz a inscrição no 24 horas e fui ver com os meus próprios olhos, Mário Crespo deu uma entrevista ao referido jornal onde diz o seguinte:

– O tal “executivo de TV” por si mencionado no texto, falou?

– Na altura em que me chegou o e-mail a relatar a situação, onde era apontada a sua presença nesse almoço, confrontei-o com a informação que tinha recebido.

– Qual foi a reacção dele?

– Respondeu-me através de um e-mail em que confirmava apenas o contacto que tinha tido com o primeiro-ministro…

– Mas ele confirmou a informação que o Mário referiu na crónica, acerca de ser “um problema” que precisava de solução?

– Disse-me apenas que tinham falado de questões relacionadas com jornalismo.

– Mesmo depois desta explicação decidiu escrever a crónica. Não ficou satisfeito com a resposta?

– O que aconteceu foi que entretanto falei com outra pessoa que presenciou a cena e me confirmou o que se tinha passado. Por isso escrevi a crónica.

Mais à frente…

– Mas os jornais deram ontem a conhecer que não houve qualquer almoço entre os governantes e um “executivo de TV”, mas sim um encontro fortuito no final de um almoço entre Nuno Santos e Bárbara Guimarães. Isto não bate certo com a informação que lhe foi prestada pelas fontes fidedignas que diz ter consultado…

– Há variantes. Eu não digo que eles almoçaram. O que eu digo é o que está escrito no texto que fiz para o “JN”. E as palavras que utilizei foram rigorosamente pensadas. Eu digo que houve um encontro entre o primeiro-ministro e um “executivo de TV”, que já se percebeu ter sido o Nuno Santos.

– Isso não dá a entender que houve uma reunião entre os dois, quando o que aconteceu foi um encontro casual?

– Mas isso não muda nada do que eu escrevi. O que escrevi está escrito. A questão substantiva é que houve um encontro em que o primeiro-ministro se referiu a mim como um louco que tinha de ir para o manicómio e que era um problema para resolver.

– O que os jornais relatam é que nesse encontro, que foi rápido e ocasional, se falou de muitas coisas e, quando o seu nome foi referido, não foi nos termos por si usados…

– Não é essa a conclusão que eu tiro.

– Mas no e-mail de Nuno Santos ele não desmente que o primeiro-ministro se tenha referido a si naqueles termos?

– Posso inferir que não foi uma conversa banal.

Como diz a canção, afinal havia outra, neste caso testemunha, afinal não é só a Barbara Guimarães e o Nuno Santos, afinal o homem deduz que tipo de conversa existiu entre Sócrates e Nuno Santos após Nuno Santos não confirmar, nem e conversa nem os termos acusatórios que Mário Crespo escreve no articulado. Afinal eu tenho razão.

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Sobre Elisiário Figueiredo

Camaradas...! Eh, camaradas...! ouvi, Que vou dizer-vos quem sois, Pois vou dizer-vos quem sou.
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6 respostas a Afinal eu tenho razão.

  1. E????

    Prova-se aquilo que eu digo, que sem provas não se deve incriminar ninguém, seja ele o Sócrates seja o Sr. Eduardo da padaria.

    E prova-se que o Mário Crespo é mais um à procura de um taxo.

    E prova-se que não é um homem impoluto como queriam fazer crer.

    E prova-se que o Portas, o Louçã mais a Manela também fazem apreciações apressadas e depois ficam com uns grandes cornos.

    • Perdão? Que raio, o que é que não aconteceu como foi relatado? Porque razão se apressa o camarada Elisiário a apresentar uma imagem suja do Crespo quando, na realidade, o facto continua a estar lá?

      Claro que é porque estamos a falar de Portas, Louçã ou Manuela, isso já se percebeu. Pois eu prefiro avaliar que um primeiro-ministro de Portugal fez o que fez. Dos outros prefiro falar quando fazem eles aquilo que fazem. Não é porque a Manuela á má que o Sócrates passa a ser bom. E é por haver muita gente a pensar assim, que ando eu a pagar um merdas como o Sócrates como primeiro-ministo.

      Agora não foi bem assim, com o outro, pronto, era o outro…Foda-se nem a minha mãe me defendeu assim!

  2. Camarada não distorça aquilo que eu escrevo, já disse torno a dizer e reafirmo tudo que escrevi, mas não veja nos meus textos um apoio seja a quem for, veja antes um ataque à forma como um jornalista se colocou perante uma coisa que alguém lhe disse, a pessoa que ele disse que lhe disse é o Nuno Santos que já afirmou que não lhe disse nada, então esse jornalista, agora, vem dizer que existe uma outra pessoa que lhe disse, mas ele, o jornalista, não diz quem lhe disse, entretanto dá-se ao “luxo” de tirar conclusões de uma conversa que não ouviu mas que subentende que se passou “assim”, assim como subentende que o primeiro ministro lhe chamou tonto maluco e outros adjectivos embora Nuno Santos não confirme esta versão, e confrontado com isto diz: – Posso inferir que não foi uma conversa banal.

    Conclusão o almoço não foi no Tivoli Terraço foi mesmo na praça do comércio, e não foi um almoço foi um comício.

    Foda-se camarada a fonte fidedigna do Mário Crespo também diz que eu sou a mãe do Sócrates mas eu acho que não.

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