Uma noticia com interesse… infelizmente.

Podemos ser mais ou menos civilizados, ou mais ou menos letrados, ou ainda, mais ou menos educados, uma coisa é certa, não podemos pagar mais de impostos do que aquilo que recebemos de vencimento, e isto, se fosse cumprido à regra, acontecia com esta gente.

Uma vergonha nacional é aquilo que se passa com os “FALSOS RECIBOS VERDES” .

Sobre Elisiário Figueiredo

Camaradas...! Eh, camaradas...! ouvi, Que vou dizer-vos quem sois, Pois vou dizer-vos quem sou.
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5 respostas a Uma noticia com interesse… infelizmente.

  1. Tonibler diz:

    E no entanto, quando se fala em flexibilização, é o caralho!…

  2. Ao que é que chama flexibilização? É ir trabalhar para onde nos quiserem enviar? nem que seja a cem Km da nossa residência? ou será trabalhar com horários diferenciados de forma a que as pessoas deixem de ter vida familiar? essa coisa da “produção” ou “produtividade” é muito bonita mas tem custos sociais enormes, será melhor pensar um bocadinho no tipo de sociedade que querem.

  3. Tonibler diz:

    Não, não é isso. É tornar mais igual a relação laboral. E torna-la mais volátil, também. Para que as pessoas não pensem que é “trabalhar para onde nos mandarem”, nem tenham que ir porque as mandam, mudam de emprego. Claro que isto para quem começa aos 20 anos a pensar que vai trabalhar para a vida no mesmo sítio não é fácil de convencer, mas o custo de não o convencer é exactamente aquilo para que o camarada chama a atenção.

  4. Mais igual a quê? mais volátil e mais efémera, é isso?
    Já há muito que ninguém pensa no emprego para toda a vida, mas deixe que lhe diga que FLEXIBILIDADE LABORAL não é isso mas sim: horários diferenciados comunicados até 12 horas antes, deslocalização do posto de trabalho até 100 km da sede da empresa, a não aceitação é justa causa para despedimento.
    Mas outras maroscas também são “aceites” pela lei laboral, por exemplo, mandar o trabalhador para casa ou para outra empresa no final do contrato para depois efectuar um novo contrato e não criar vinculo com a empresa, ou sub-contratar mão de obra através de agências de trabalho temporário com contratos quinzenais renováveis automaticamente, e outras não menos escabrosas.
    MyJobs; randstad; tempo-team; adecco; kelly services; .acedett; termcerto; Newtime; slot; egor; multitempo; olympia; talenter… estes são os nomes de uma ínfima parte do universo das empresas de trabalho temporário, poderão dizer-me que se não fossem elas muito mais desemprego haveria, eu pergunto, será? ou será o contrário?

  5. Tonibler diz:

    Essas empresas todas vivem de quê? Do facto de as empresas com trabalho terem capacidade de empregar as pessoas ou do facto das empresas com trabalho terem essa capacidade? Essas empresas vivem da rigidez laboral, porque não são elas que têm o trabalho. Quem tem o trabalho são as clientes delas. Portanto, rigidez laboral = desemprego ou, em alternativa, randstad. Nem sei que dúvida é que isto possa trazer, a randstad vende alguma coisa de jeito, tirando flexibilidade laboral?

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